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| Fotos cedidas por Vareta.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Feijoada foi um sucesso
O secretário-adjunto de Cultura, Miguel Ribeiro, e o diretor do Museu Nacional de Brasília, Wagner Barja, ficaram encantados com o projeto de Carnaval da ARUC com o enredo Portinari, as cores e as caras do Brasil. Barja, inclusive, se dispôs a mobilizar os artistas plásticos da cidade para participarem ativamente do processo de montagem do Carnaval, na decoração dos carros alegóricos e no desfile da ARUC.
Mais uma vez, a ARUC sai na frente e mostra a seriedade e a dedicação com que trabalha para vencer mais um Carnaval.
sábado, 3 de setembro de 2011
Regina Célia, um símbolo da garra do esporte cruzeirense
Na foto, equipe campeã brasileira de futsal feminino 1990. Em pé: Romualdo (dirigente), Mônica (dirigente), Cristina Veloso, Irene, Lilian, Regina e Jorge(treinador). Agachadas: Ana Lúcia, Iara, Ray, Vânia Jane e Erivanda. Fazia parte do plantel Kity que não pode viajar na época. A homenagem a Regina se estende a todas as demais atletas que jogaram em Mairinque e no período em que foi mantido o time de futsal feminino da ARUC.Quando a ARUC completa 50 anos, nada mais justo do que tê-la como um símbolo do esporte de nossa entidade. Regina nunca atuou por outra equipe, enquanto o futsal da ARUC esteve em atividade. Em Brasília, conquistou todos os títulos oficiais que disputou por nossa entidade, além de outros torneios interestaduais e locais. Sabia transmitir simpatia e tinha um carisma muito grande com crianças, adolescentes e adultos, que sempre a abordavam para conversar e até mesmo pedir um autógrafo. Ela nunca se negou a atender quem quer fosse, passando uma imagem positiva de nossa entidade.
Na conquista do título de 1990, a final foi ARUC e SAAD de São Paulo, a mais forte equipe do futsal feminino na época. O jogo terminou 4x4 no tempo normal e na disputa de penaltis Regina se superou e defendeu duas cobranças. Antes da disputa, eu e o treinador Jorge Wanderley estávamos preocupados porque achávamos que ela iria tentar garantir de qualquer maneira o título, sem poupar esforços.
Combinamos então de ficarmos ao lado da trave, um de cada lado, e pedimos ajuda dos paramédicos para que ficassem atentos, pois tínhamos a certeza de que ela iria na bola. E foi o que aconteceu. No primeiro penalti ela fez a defesa, em um chute fortíssimo, e no segundo, uma atleta de quase dois metros e porte físico privilegiado deixou a mim e Jorge mais preocupados e o que prevíamos aconteceu.
A atleta bateu o penalti e ela defendeu, com a bola batendo em seu estômago. Os paramédicos, conforme combinado, entraram em quadra imediatamente e com isso a ARUC foi campeã brasileira, levando um público de mais de cinco mil pessoas ao delírio. Não sabíamos se comemorávamos ou se dávamos assistência à nossa goleira que desmaiara com o forte impacto da bola.
A eficiência do atendimento médico fez com que ela se recuperasse a tempo de receber o troféu de campeão como capitã e todas as honras de melhor atleta do campeonato.
É pelo conjunto de dedicação à ARUC que prestamos esta merecida homenagem a um dos símbolos da garra do nosso esporte.
Minhas histórias na ARUC
Nilton de Oliveira Sabino, o grande líder da ARUC

Quando a ARUC completa 50 anos, me vem a lembrança do grande símbolo de nossa entidade: Nilton de Oliveira Sabino. Grande líder da ARUC e do carnaval de Brasília no período de 1975 a 1980, com seu porte físico de quase dois metros e sua cor negra, já chamava a atenção naturalmente. Figura simpática que se relacionava bem com todos e abria as portas de sua casa para os amigos. Ele foi o responsável pela recuperação da ARUC depois do grande fracasso com a desclassificação em 1974. Assumiu a presidência em 1975 e fez um trabalho de renovação colocando como dirigentes da entidade o que ele chamava de Jovem Guarda cruzeirense, na qual me incluo. Aliado ao grande carnavalesco Roberto Lima Machado reconquistou o título logo no ano seguinte, quando ninguém esperava uma recuperação tão rápida.
Colaborei com a sua diretoria, inicialmente, na área de esportes, junto com o grupo do Ginásio do Cruzeiro. Em 1978 fui convidado a ocupar a vice-presidência da ARUC e passei a atuar efetivamente também no carnaval. Quando a ARUC ia para o desfile de 78, na W3, fui chamado às pressas na casa de Sabino, sem saber do que se tratava. Para minha surpresa, ele estava na cama passando mal e me passou a ordem de que era eu quem iria comandar a ARUC na avenida, uma vez que ele não teria condições físicas. Ato contínuo chamou sua esposa, dona Ana, e pediu que ela o avisasse caso alguém me desrespeitasse, pois ele tomaria severas providências. Argumentei ser muito novo para assumir uma responsabilidade tão grande como aquela e que não me achava preparado.
Não teve jeito. Ele insistiu e tive de assumir o compromisso de comandar a ARUC na avenida. Procurei meu irmão mais velho, Melão, e Heraldo, um dos fundadores da ARUC e freqüentador da casa de minha mãe, e comuniquei-lhes minha preocupação em não corresponder a expectativa de Sabino. Eles me tranquilizaram, dizendo que me ajudariam e que, com certeza, tudo daria certo. E foi o que aconteceu.
Todos me ajudaram e a ARUC fez um grande desfile e foi mais uma vez campeã. Me senti gratificado, acima de tudo por ter cumprido a missão passada por nosso grande líder Sabino, que confiou no meu trabalho. Mesmo não sabendo sambar, muito menos cantar, me tornei um dos colaboradores mais próximos de Sabino, até substituí-lo em 1980. Passamos momentos de extrema alegria, tristeza e dificuldades. Estou aqui até hoje colaborando voluntariamente para manter a ARUC vitoriosa e respeitada em Brasília e até mesmo em outros estados.
Só não entendo porque a classe política de Brasília ainda não percebeu isso. Uma vez que continuamos a luta de Sabino para regularizar a área onde funcionamos sem o reconhecimento das autoridades do Distrito Federal. Parodiando o primeiro samba de terreiro de 1961, “Muita gente se gloreia se o Cruzeiro morrer”, enquanto eu estiver por aqui, dificilmente isso vai acontecer. E lá de cima Mestre Sabino deve estar muito atento a isso, me passando a energia suficiente para sobrevivermos.
Helio do Santos com a colaboração do Moa e Rafael.
Minhas histórias na ARUC

ARUC vai participar do Desfile de 7 de Setembro
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Deu na coluna da Jane Godoy
ARUC DE CASA NOVA//A Escola de Samba Unidos do Cruzeiro—Aruc vai inaugurar um novo espaço de eventos e apresentar o samba-enredo e os figurinos para o carnaval de 2012. No domingo (4), das 12 às 16 horas, será servida uma feijoada, regada a samba de raiz. O novo espaço de eventos, na sua quadra no Cruzeiro Velho, receberá o nome do compositor Carlos Elias (na foto com Moa, presidente da Aruc e Noca da Portela), da Ala dos Compositores da Portela, que é também membro do Conselho de Administração da Aruc. A festa terá a participação de Renan da Cuíca, MackleyMattos e o Samba do Karrapixo e da Bateria Nota 10 da Aruc. O enredo da escola será Portinari, as cores e as caras do Brasil, desenvolvido pelos carnavalescos José Antônio Rodrigues, John Michael e Levy Cintra, do Instituto Plumas & Paetês, do Rio de Janeiro. Informações: 3361-1649.


