domingo, 1 de março de 2026

Formulário para inscrição de chapas

 


A inscrição das chapas ocorre por meio de inscrição on-line pelo formulário: 

https://forms.gle/umUjDGzmPS7VxnRh6

Clique no link acima e preencha os nomes conforme se pede.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Comissão Eleitoral 2026

O presidente da ARUC, no uso de suas atribuições, conforme o Artigo 43 do Estatuto Social, nomeia os seguintes integrantes da Comissão Eleitoral, que estarão responsáveis pelo pleito a realizar-se na última semana do mês de abril, conforme estabelece o Artigo 24, inciso I.

  • ATANAGILDO BRANDOLT
  • PAULA GONÇALVES DE MELO
  • JANSEN CABRAL PIMENTEL 

Ainda de acordo com o Estatuto, segue o calendário eleitoral: 

23/fevereiro a 31/março/2026 - Período para os Sócios Beneméritos quitarem suas anuidades. (Art. 24§ 11)

  • A Anuidade 2026 tem seu valor mantido em R$ 150,00.
  • Quem não estava quite até o ano de 2024, ano da eleição anterior, deve procurar a Secretaria da Aruc as terças e quintas-feiras, horário comercial, para fazer o levantamento do débito e atualização. Informações, nos mesmos dias da semana e horário, pelo telefone (61) 3532-9639 ou e-mail: aruc.df@gmail.com..
  • Quem não estava quite até o ano de 2024, ano da eleição anterior, deve procurar a Secretaria para fazer o levantamento do débito e atualização.
  • Os pagamentos devem ser feitos exclusivamente por meio de depósito bancário ou PIX na conta da ARUC: Banco do Brasil (001) - Agência 1507-5 / Conta 265.555-1 - PIX (CNPJ): 00.445.858/0001-60. Os comprovantes de pagamento devem ser encaminhados para o e-mail: aruc.df@gmail.com para o devido registro.

1º a 31/março - Prazo para inscrição das chapas ao pleito. (Art. 24§ 12) 

A inscrição se dará por meio de formulário on-line disponível neste sítio oficial.

31/março - Prazo final para quitar as anuidades de Sócios Beneméritos e habilitar-se como eleitor. (Art. 24§ 11) 

7/abril - Divulgação da lista definitiva de eleitores habilitados para eleição.  (Art. 24§ 11)

26/abril (domingo) - Eleição e posse da Diretoria para o mandato 2026/2028. (Art. 24Inciso I)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Vídeo: Carnaval 1975 na W3 Sul

 

Um registro histórico do carnaval brasiliense. Naquele ano a Unidos do Cruzeiro seria campeã do desfile das Escolas de Samba com o enredo "Raízes do nosso povo".

O desfile azul

Crônica da Cidade, publicada no Correio Braziliense por SEVERINO FRANCISCO  em 15 fev. 2026 


Embora não esti­vesse pre­sente, senti a pul­sa­ção do des­file que a Aruc fez na sexta-feira pelo Cru­zeiro, por­que uma boa alma me repas­sou um vídeo do acon­te­ci­mento. Com quase 90 per­cus­si­o­nis­tas, a bate­ria Car­cará, coman­dada por mes­tre Leo­zi­nho, arre­ba­tou e con­ta­giou os inte­gran­tes da escola de todas as ida­des. Real­mente, foi uma festa comu­ni­tá­ria.

Além da rai­nha Verô­nica do Ama­ral na linha de frente, com mais de 40 pas­sis­tas, o des­file teve a pre­sença das senho­ras do bairro e de Dona Mar­lene Pinto Cer­queira, de 91 anos, Ala da Velha Guarda, Ala Ami­gos da Aruc, Ala da capo­eira e Ala Infan­til. No carro de som, puxando o des­file na voz, Kalebe Prín­cipe, André Sor­riso e Miriam Tassy.

Não entra­rei no mérito da falta de apoio para os des­fi­les ofi­ci­ais, que res­trin­gem a atu­a­ção da Aruc e de outras esco­las. Mesmo assim, desde 2015, a Aruc inventa uma maneira de rea­li­zar o tra­di­ci­o­nal Des­file de rua.

Neste ano, o des­file da Aruc teve as par­ti­ci­pa­ções espe­ci­ais das esco­las de samba Bola Preta de Sobra­di­nho e Aca­dê­mi­cos da Asa Norte. O impor­tante é que, com ou sem des­file ofi­cial, a escola des­fila todo ano na Ave­nida das Man­guei­ras, entre o Cru­zeiro Velho e o Cru­zeiro Novo.

De minha parte, tenho sim­pa­tia pela Aruc por várias razões. Quando ainda não havia repre­sen­ta­ção polí­tica, durante o perí­odo do regime de exce­ção ins­tau­rado pelos mili­ta­res, a Aruc era a ins­ti­tui­ção que lutava pelas rei­vin­di­ca­ções da comu­ni­dade do Cru­zeiro. Ela está na memó­ria afe­tiva de várias gera­ções de cru­zei­ren­ses pela atu­a­ção coti­dana na vida da cidade.

Em 1978, quando o Paco­tão era ape­nas uma vaga ideia na cabeça de alguns jor­na­lis­tas irre­ve­ren­tes e o bloco não tinha banda para ani­mar a folia, eles pro­cu­ra­ram

Sabino, então pre­si­dente da Aruc que, ime­di­a­ta­mente, libe­rou a bate­ria da escola para fazer a tri­lha sonora da sátira polí­tica bra­si­li­ense.

Ao fazer um exame, depois de pas­sar mal, em 2011, o meu amigo-poeta Rey­naldo Jar­dim, tal­vez mais impor­tante jor­na­lista cul­tu­ral da imprensa bra­si­leira, foi avi­sado pelos médi­cos de que pre­ci­sa­ria fazer um ‘pro­ce­di­mento”. Rey­naldo aler­tou à famí­lia: “Vai dar tudo certo, mas, se não der, cha­mem a bate­ria da Aruc”.

Como pre­via, ele não resis­tiu e mor­reu aos 84 anos. Por alguma razão, a Aruc não pôde ir ao veló­rio, mas em um sarau de sétimo dia, a bate­ria da escola com­pa­re­ceu e cum­priu o desejo de Rey­naldo: “Quero mor­rer numa batu­cada de bamba/Na cadên­cia bonita do samba”.

Recen­te­mente, fui a um hor­ti­fruti com uma camisa do filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glau­ber Rocha, pre­sente de minha filha. Para minha sur­presa, des­per­tei a aten­ção de um fun­ci­o­ná­rio, um senhor muito edu­cado, que comen­tou: “Eu vi esse filme, conheço Glau­ber Rocha”.

Fiquei curi­oso e per­gun­tei em que cir­cuns­tân­cia ele havia entrado em con­tato com o cinema do Glau­ber e ele me disse: “Fre­quen­tei o Cine Clube Gavião, na Aruc, do Cru­zeiro”. Como se vê, a pre­sença da Aruc parte do samba, mas trans­cende o car­na­val. E a cul­tura con­tri­bui para for­mar seres huma­nos melho­res.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Cenas do Desfile de rua 2026

Uma grande festa e um ato de resistência cultural. Assim foi mais um desfile de rua da ARUC no Cruzeiro. A Avenida das Mangueiras foi tomada por nossa escola de samba e as co-irmãs Acadêmicos da Asa Norte e Bola Preta de Sobradinho para desfilar com muita energia na tarde de domingo, 8 de fevereiro, para abrir o nosso carnaval. Confiram algumas fotos do Campina (@galeranafoto).










Uma realização da Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (ARUC) e do Instituto ARUC, com apoio do Quiosque Jeito Carioca e da Administração Regional do Cruzeiro. O desfile contou com o patrocínio da Fundação Banco do Brasil e do Governo Federal, além do apoio de parceiros históricos da escola, como comerciantes locais, o Sindicato dos Bancários e a própria comunidade do Cruzeiro.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

A folia não para no Cruzeiro Velho

Com desfiles de rua, muito samba e cultura, famílias e amigos aproveitam o pré-carnaval na região administrativa

Por Walkyria Lagaci, postado em 08/02/2026 17:31. CORREIO BRAZILIENSE

Thais veio prestigiar o desfile do Cruzeiro pela primeira vez com as amigas - (crédito: Walkyria Lagaci)

Domingo também é dia de festa para os amantes do carnaval. Mesmo quase uma semana antes do feriado, a diversão já é garantida nos bloquinhos brasilienses. No Cruzeiro Velho, a celebração começou as 14h, com o tradicional desfile de rua da Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc), além das escolas de samba Acadêmicos da Asa Norte e Bola Preta de Sobradinho.

A servidora pública Thaís Passos, 45, foi com as amigas prestigiar o desfile pela primeira vez. “Confesso que eu nunca participei diretamente da comunidade do carnaval aqui do Cruzeiro, mas eu gosto muito de carnaval e então estou aproveitando esse ano para curtir mais um pouquinho”, contou. “Eu já vi o desfile da janela do meu quarto, mas hoje vim assistir de perto”, relatou.

O amor pela festa vem de anos para alguns foliões. A aposentada Daura Cunha, 78, veio com o marido para curtir o carnaval no Cruzeiro. “Eu sou paraibana e brincava muito carnaval quando era criança. Eu adoro e agora que moro em Brasília há muitos anos aproveito a festa aqui”, disse. “Acho o carnaval de rua muito interessante porque abrange todas as classes”, acrescenta.

Daura Cunha veio curtir o carnaval com o marido Roberto(foto: Walkyria Lagaci)

O samba está no pé da musa Thais Alvim, 34, desde muito cedo. “É uma paixão que veio do berço. Minha mãe é de Osvaldo Cruz [bairro do Rio de Janeiro] e a gente assistia os desfiles juntos em casa”, afirmou. A dançarina entrou na Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc) em 2021 como passista e em 2024 foi nomeada musa junto com as amigas Júlia e Pietra. “Essa comunidade é muito incrível, é muita união entre mulheres, muita luta por representatividade, pela luta antirracista também”, destacou.